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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Como fazer um banner

Crie um slogan simples, descreva seu produto ou serviço, una essas informações com uma imagem de alta qualidade por meio de softwares gráficos, envie para gráfica e divulgue

Um banner é um material publicitário impresso em papel resistente ou em lona, que pode ser pendurado em um suporte móvel ou fixado em uma parede com cola ou adesivos.
Os banners possuem formato geralmente retangular para exposição em posição vertical. Os tamanhos mais comuns são:
  • 60x90 cm;
  • 90x120 cm;
  • 120x180 cm.
Você pode usar um banner em um evento escolar, empresarial ou religioso. Esse material também é ótimo para promoções de vendas em bancas de jornal, supermercados e feiras de negócios.
Para fazer um banner você vai precisar de um pouco de criatividade para criar um slogan para o seu serviço ou produto e saber operar um software de criação como o Corel Draw ou Photoshop.
Observe a seguir um passo a passo prático para a criação do seu banner:
  • Slogan: escolha a melhor característica do seu produto ou serviço e crie uma frase de três ou quatro palavras que possa definir essa característica;
  • Texto: escreva um texto pequeno que apresente um pouco mais sobre essa característica do seu produto ou serviço;
  • Formato: escolha o formato mais adequado para a criação do seu banner: 60 x 90cm, 90 x 120cm ou 120 x 180cm;
  • Imagem: faça várias imagens em alta definição sobre seu produto ou serviço e escolha a mais interessante e significativa para colocar no banner;
  • Montagem: abra o Corel Draw ou Photoshop, crie um documento com o formato indicado e com uma definição alta [mais de 300dpi], estabeleça margens e uma sangria de no mínimo 5 mm. Abra quatro layers. Insira a imagem no layer 1, o slogan no layer 2, o texto no layer 3 e os seus contatos no layer 4. O slogan deve ser colocado em letras grandes e sem serifas, o texto em letras médias e serifadas, e os contatos em letras pequenas com ou sem serifas, no final da página.
Feito isso, ligue para a Papira e pergunte aos técnicos e vendedores qual a melhor maneira de fechar o arquivo. Siga as instruções e, em seguida, leve o seu arquivo em um pendrive até a gráfica ou envie por upload via site ou por e-mail.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Afinal, tem problema deixar o smartphone conectado na tomada a noite toda?

A situação descrita a seguir é completamente normal para a maioria das pessoas que possui um smartphone: usamos o aparelho o dia todo e sua carga chega ao fim do dia quase “morrendo”. Para garantir que no dia seguinte tenhamos o dispositivo ao nosso lado ainda “vivo”, é comum deixarmos ele conectado ao carregador a noite toda para “abastecer suas energias”.
Mas você já parou para pensar no quanto a pratica de deixar o smartphone plugado na tomada consome de energia? E, considerando que a maioria dos aparelhos demora uma média de duas horas para carregar completamente, não seria um desperdício mantê-lo conectado? Para nossa sorte, David MacKay, professor na Universidade de Cambridge, Inglaterra, estudou sobre o assunto e presenteou-nos com a respostas definitivas sobre o assunto.

O que precisa ser respondido

Além de estudar o reflexo nas finanças da prática de deixar o smartphone plugado a noite toda, David MacKay também procurou a resposta de o quanto pode ser prejudicial para o bolso deixar o próprio carregador conectado. Afinal, nem todos tiram da tomada o dispositivo após o celular alcançar os 100% de carga.
Outra preocupação de muitos usuários e que também foi respondida por MacKay é o impacto do tempo conectado na bateria do smartphone. Afinal, não são raros os casos envolvendo aparelhos que simplesmente explodiram quando estavam plugados na tomada carregando.

“É como ajudar o Titanic com uma colher de chá”

Sem rodeios, o professor foi bastante claro em sua conclusão sobre o carregador conectado na parede (sem o smartphone): “Desligar obsessivamente o carregador é como socorrer o Titanic com uma colher de chá. Desligue-o, mas, por favor, tenha ciência de quão pequeno esse gesto é”.
Quando o aparelho está conectado e se mantém assim a noite toda, a situação muda um pouco de figura. O consumo aumenta, mas não o suficiente para causar preocupações. Caso ele fique conectado depois de atingir os 100% de carga – situação em que ele consome aproximadamente 2,4 W –, o montante gasto ao final de um ano não deve ultrapassar US$ 5,3 (aproximadamente R$ 14). Porém, multiplique isso pela quantidade de pessoas em uma casa e já podemos ter um valor considerável.

Pode explodir?

A respeito da possibilidade de o aparelho explodir quando conectado à tomada, MacKay é igualmente categórico em afirmar que a chance é muito pequena. Os aparelhos e carregadores modernos cortam boa parte da energia que corre entre os dispositivos depois que a carga está completa. Isso acaba evitando sobrecargas e outros problemas que podem prejudicar ambos.
E como já sabemos, o “efeito memória” nas baterias de íon de lítio (componente que integra as baterias de hoje) já não existe mais. Porém, todos os componentes (carregadores e baterias) têm um ciclo de vida que pode ser decrescido se deixarmos ambos conectados. No entanto, esse tempo, geralmente, é maior do que o período no qual o aparelho vai permanecer com a pessoa.

Salvando o dia

Apesar do baixo impacto de deixar o smartphone conectado a noite toda, ainda podemos afirmar que essa não é a solução ideal que concilia sustentabilidade e comodidade. No entanto, um aspecto que está chegando aos poucos nos dispositivos mais recentes pode representar a “salvação” para esses casos.
O carregamento rápido, recurso que já integra boa parte dos aparelhos recém-lançados, promete acabar com as longas horas de carregamento dos smartphones. Com a promessa de levar a carga de 0 a 50% em poucos minutos, a funcionalidade parece ser a opção para abandonarmos de uma vez por todas a prática de mantermos o celular conectado a noite toda.
Meu nome é Augusto Kruger, sou diretor de marketing e apaixonado por tecnologia e artes gráficas. Eu trabalho na Papira como Diretor de Marketing e arte finalista. Aqui vou tentar trazer um conteúdo interessante, com coisas que eu gosto e que significam algo para mim e para as pessoas que eu conheço.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Designer de carros é raridade no País



O que faz o visual do carro popular Celta ser diferente do luxuoso Camaro? Este é o papel do designer automotivo, profissional que desenvolve as aparências interna e externa dos veículos produzidos pela indústria automobilística.
Nos primeiros sete meses deste ano, foram fabricados 2,02 milhões de veículos, 4,3% a mais que no mesmo período de 2010. Apenas em junho, as montadoras criaram 612 vagas no setor. A média de venda de carros novos chega a 14,5 mil por dia. Neste cenário, desenvolver um produto que se diferencie no mercado é um desafio e tanto.
Não existe hoje graduação específica na área de design automotivo. A maioria dos profissionais faz cursos de design de produtos ou desenho industrial. A porta de entrada para o mercado é saber desenhar. Mas somente esta habilidade não garante emprego, conforme o designer automotivo da General Motors Leandro Trovati, 33 anos. "É preciso estar antenado na moda, em novas tendências e ter capacidade de vender ideias", destacou ele, que é responsável pelo design do interior dos automóveis.
Para Trovati, o mais importante não é ter portfólio cheio de desenhos. "É melhor ter cinco ou seis projetos fechados na manga, pois a capacidade de pensar o todo é valorizada."
Como a carreira não tem formação específica, ingressar neste setor pode ser tarefa mais complicada, mas compensa: o salário mensal de um designer automotivo em início de carreira varia de R$ 3.000 a R$ 5.000. Colega de Trovati na GM, Gabriel Clemente, 32, participou de concurso de design produzido por uma indústria automobilística. Venceu e conquistou um estágio.
Clemente sempre foi apaixonado por desenho. "Certa vez um professor de química do colégio veio olhar meu caderno e viu que não tinha nenhuma matéria, só desenhos. Ele me disse que precisava melhorar minhas notas, mas que tinha certeza que trabalharia com criação."
Além do concurso, Clemente passou cinco anos na Alemanha, período que considera crucial em sua carreira. "A experiência no Exterior é importante porque a Europa está muito mais avançada na questão do design que o Brasil. Lá é possível ver conceitos e ideias que podem ser aplicados conforme a nossa realidade." 
INGLÊS
Background, appeal, design. Falar inglês é tão básico quanto desenhar para quem deseja desenvolver veículos. "Nossa base de trabalho é a comunicação, e o inglês é utilizado na rotina da empresa", explicou o designer Marcos Miwa, 33.
Também há diferenças entre o designer automotivo de interiores e exteriores. É fácil entender o porquê: o exterior é como uma mulher bonita, que atrai o consumidor à primeira vista. Porém, se o interior não tiver conteúdo, ou seja, não for funcional e, ao mesmo tempo, belo, o carro não vende. Está aí o grande desafio: atrair o consumidor primeiro pelos olhos, e depois pelo coração.

Meu nome é Augusto Kruger, sou diretor de marketing e apaixonado por tecnologia e artes gráficas. Eu trabalho na Papira como Diretor de Marketing e arte finalista. Aqui vou tentar trazer um conteúdo interessante, com coisas que eu gosto e que significam algo para mim e para as pessoas que eu conheço.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Galeria VIVID Rotterdam

Diferente da maioria dos outros designers, Bakker raramente inicia um projeto a partir do desejo de resolver um problema prático. Na verdade, apesar de Bakker poder inequivocamente ser um designer, o seu interesse em termos de funcionalidade só vem na última fase. Seus objetos quase sempre se originam no fascínio de uma forma - seja ele o guardrail de uma auto-estrada, a curva de uma escada, ou a fachada de uma casa de canal do Século XVII Amsterdam. Bakker olha, esboços, e empates e desta forma ele pesquisa, se um formulário pode ser transformado em um objeto - ou melhor, uma imagem. Nesta fase, a lógica e beleza da forma são mais importantes para Bakker do que uma função real. Suas fascinações neste processo são semelhantes às idéias de artistas como Cézanne e Brancusi, que tentaram destilar uma montanha, um prato de maçãs ou de uma cabeça para baixo a sua (geométrica) essência. Bakker faz o mesmo. No entanto, em sua pesquisa, ele também está buscando se uma nova combinação dessas formas pode levar a novos objetos e novas formas de uso. Por que um jarro sempre tem uma abertura na parte superior ou lateral? Por que o sal eo açúcar sempre em recipientes opacos que obscurecer o valor que você está indo para polvilhar? Isto transforma num agitador sal em uma colher, que contém o sal de aperto ampliada. E um jarro torna-se um vaso de corte diagonal, com o aperto do lado de dentro.

Como resultado da de- e reconstrução, muitas pessoas não reconhecem a função dos projetos de Bakker em primeiro lugar - às vezes Bakker parece produzir projetos que ainda têm de encontrar um uso. Isso os torna intrigante, pois parece muito lógico e comum ao mesmo tempo, como se, apesar da sua estranheza, eles se sentem em casa no mundo. A este respeito, Bakker busca outros objetivos: ele quer convencer o usuário a lidar com os objetos em seu ambiente de uma forma totalmente diferente. Na obra de Bakker, derramamento, beber, polvilhar, sentado, não são mais um age negligentemente realiza. Através de sua forma e material, seus projetos parecem tentá-lo a abordar a sua função de uma forma diferente, para realizar todos esses atos casuais cotidianas com renovada atenção e concentração. Ele está dizendo que os projetos de Bakker, muitas vezes lembrar-nos de (partes de) seres autônomos que parecem ter um lugar lógico no mundo. Desta forma, as fezes Anura inequivocamente tem uma cabeça (muito plana), um para trás, pernas. Sua Tonus e Candle Dome olhar como perucas ou penteados, e seu famoso Vinagre Flask irrefutavelmente evoca uma criatura pinguim-like com um bico ansiosamente encaixando. Ainda Bakker não está fora para identificação ou carinho. Você poderia dizer antes o comparando a criaturas confirma seu corpo de trabalho pode ser visto como uma forma inteiramente independente, novo mundo em que as pessoas lidam com as coisas de forma diferente, ver o tempo de forma diferente e relacionar-se com o seu ambiente de uma maneira nova. Bakker é um designer que não quer ajudar o seu público, mas sim os desafia - fazendo a comparação com Brancusi não tão estranho depois de tudo.

Meu nome é Augusto Kruger, sou diretor de marketing e apaixonado por tecnologia e artes gráficas. Eu trabalho na Papira como Diretor de Marketing e arte finalista. Aqui vou tentar trazer um conteúdo interessante, com coisas que eu gosto e que significam algo para mim e para as pessoas que eu conheço.







sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Design de Interiores como instrumento de humanização: ambientes para conviver



Muito já se falou sobre reformas de ambientes e adaptações em espaços de convivência, sejam eles residenciais ou comerciais, sem ao menos dar o devido valor à humanização, isto é, espaços que proporcionem qualidade de vida, de bem estar, aumentando as relações de convivência humana.Não só satisfazendo, de acordo com seus usuários, determinados aspectos estéticos ou idéias de beleza, mas envolvendo também valores sociais e culturais, desenvolvimentos tecnológicos, aspectos psicológicos e ambientais, que os tornem mais “humanos”, possibilitando a convivência de forma plena.

Estes conceitos estão intimamente relacionados com a concepção dos espaços e a dimensão humana. Muitas destas “mudanças” ou reformas de ambientes adotam valores pré-concebidos das relações humanas, e continuam a definir espaços aplicando “moldes pré-concebidos”, sem mesmo questionar sua influência e domínio na vida das pessoas que ali desenvolvem suas atividades, sejam elas de trabalho, lazer ou descanso. As reais necessidades individuais, hábitos específicos, aspectos culturais e sociais destas pessoas, são simplesmente descartados, para dar lugar a uma “fórmula pronta de ambiente”. Muitas vezes um ambiente personalizado é interpretado apenas em um patamar meramente estético; não correspondendo satisfatoriamente com um modo de vida singular, os hábitos e aspectos sociais específicos; não levando em conta o bem estar ou a convivência das pessoas. Nestes casos, a aparência é levada como o principio e o fim da concepção espacial. O estético não deveria ser determinante.

É tempo de repensar e conceber os locais de convívio do homem em função de valores sociais e culturais, necessidades e hábitos específicos. Uma grande parte dos intelectuais de nossa época, defendem a idéia de que a humanização do design tem de ser a missão fundamental da Arquitetura no século XXI.

O ambiente é uma extensão do ser humano na sua forma de habitar, trabalhar, conviver e viver. Sob esta ótica, não meramente estética, pessoa e ambiente são unos e, portanto, não podem ser pensados separadamente. Os projetos arquitetônicos e de design de interiores precisam levar em consideração a vida humana. Estes projetos devem propor simultaneamente noções de funcionalidade, estética e conforto (térmico, acústico, luminotécnico, ergométrico, tátil, etc).

Exemplificando de forma simples, quem não conhece aquele projeto que propõe uma sala de jantar que é raramente utilizada, em uma área generosa da residência, enquanto a família se “espreme” em uma sala intima, para ver diariamente seu programa favorito. 
Adota-se muitas vezes, sem a menor hesitação, um “molde pré-concebido”, sem se quer pensar, se a sala de jantar pode continuar desfrutando de tamanha dimensão em relação aos demais ambientes, ou ter prioridade em relação aos hábitos da família em questão.

Durante sua história moderna, o homem foi levado a crer que a chave “do bem estar” estava nas reformas exteriores. A conseqüência desta ênfase exagerada no exterior foi a negligencia - até o esquecimento total - das atividades interiores do homem, da necessidade de refrear algumas ações mentais e estimular outras. A tarefa mais premente do homem, hoje, é a valorização da vida e do convívio humano. Precisamos de um novo estágio do pensamento, um modelo baseado em princípios de humanização.

Atualmente percebemos que não são muitos, os projetos que se revelam “de dentro para fora”; priorizando essas noções relacionadas à qualidade de vida e bem estar do homem; abordadas aqui de forma sintética. Nelas devemos basear a concepção de projetos; em princípios básicos do ser humano, com a naturalidade que nos protege da artificialidade.

Neste sentido cabe a nós, educadores e profissionais da área, a tarefa de alertar.

Acredito que a formação do Designer de Interiores, da teoria à prática, deverá se voltar para esta questão, ampliando seus conhecimentos de outras áreas tais como: arquitetura, sociologia, meio-ambiente e psicologia. Desenvolvendo ainda mais, sua sensibilidade e percepção dos aspectos estéticos, éticos e de comportamento.

Meu nome é Augusto Kruger, sou diretor de marketing e apaixonado por tecnologia e artes gráficas. Eu trabalho na Papira como Diretor de Marketing e arte finalista. Aqui vou tentar trazer um conteúdo interessante, com coisas que eu gosto e que significam algo para mim e para as pessoas que eu conheço.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Ilustração Moderna!

Ilustração Moderna!


A época moderna criou-se um movimento onde as cores vivas eram destacadas literalmente, sons músicais e imagens coloridas era um dos conceitos desta arte. Este auto-retrato revela um pouco esta realidade, foi apartir do ano 2000 muitos designers e ilustradores usaram esta técnica como referência.

Meu nome é Augusto Kruger, sou diretor de marketing e apaixonado por tecnologia e artes gráficas. Eu trabalho na Papira como Diretor de Marketing e arte finalista. Aqui vou tentar trazer um conteúdo interessante, com coisas que eu gosto e que significam algo para mim e para as pessoas que eu conheço.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Dicas para fazer um Flyer Publicidade



Se você tiver recentemente iniciado um pequeno negócio e quer criar a consciência no seu bairro ou plano para atender a uma área limitada em torno do seu negócio, então panfletos ou folhetos oferecer-lhe uma chance de obter publicidade ideal a preços acessíveis. Um passageiro anúncio pode puxar clientes potenciais através de suas portas e impulsionar o negócio e os lucros dentro de um curto período de tempo.
Aqui estão dicas sobre como fazer um flyer anúncio para que você possa atrair novos clientes e transformar seu negócio em um incipiente uma florescente.

Estudar seu modelo de negócio

Nem todos os panfletos de propaganda são os mesmos e, se você planeja usar um design existente só porque ele parece bom, então, que pode não produzir os resultados desejados, se o passageiro não fornece as informações necessárias para o seu leitor. Você precisa estudar o seu modelo de negócios de primeira e fazer uma nota de informação importante que você deseja transmitir para os leitores nos primeiros segundo alguns, uma vez que pegar um panfleto por curiosidade.

Mencionar todos os detalhes do negócio em seu Flyer Publicidade

Além de inserir uma foto, vídeo, ou o logotipo da empresa em seu panfleto, você também deve mencionar todos os detalhes necessários em seu flyer anúncio. Estes incluem o nome da empresa em fontes grandes, seu próprio nome, se desejar, o seu endereço comercial da loja, ou de negócios horários, números de telefone e de fax, endereço de e-mail, nome do site, e qualquer outro detalhe específico que vem a sua mente .
Além disso, um atraente e curta piada deve ser o destaque de seu flyer para despertar a curiosidade dos leitores e obrigar-lhe para passar o folheto inteiro. Você também vai precisar de mencionar a respeito de porque a compra de seus produtos ou a contratação de seus serviços sobre a concorrência é benéfica para os potenciais clientes.

Mesmo no caso de Folhetos, o tamanho importa

Você também precisa decidir sobre o tamanho do papel, bem como as fontes de impressão em seu folheto antes de começar a produzi-los em os números necessários. Por exemplo, se você abrir uma loja de móveis exclusivos ou arte, então você terá que imprimir seus panfletos em papel mais grosso que exala um ar de exclusividade, em vez de optar por panfletos impressos em tecido fino papel de cor rosa.
Também é importante apresentar um olhar organizado em termos de fontes em seu folheto de modo que apenas a sua piada, assim como o nome da empresa é destaque e de modo que as pessoas possam ler estas linhas, mesmo de longe. Se você precisa incluir um alto nível de conteúdo, então é melhor optar por um tamanho maior de passageiro, mesmo que haja um aumento no custo, em vez de tentar diminuir o tamanho da fonte e empinar todos os dados em um pequeno insecto.

Obter feedback sobre o seu flyer propostas antes de imprimi-los

Você deve imprimir algumas cópias de seu panfleto de propaganda e mostrar-lhes para fechar os amigos, funcionários, ou até mesmo para desconhecidos para obter a sua opinião sincera. Você pode então fazer todas as alterações necessárias com base nesse feedback antes de imprimi-los você mesmo ou dê o projeto para uma casa de impressão. Você também deve garantir que não há erros de ortografia ou outros erros gramaticais encontrar seu caminho para o folheto que poderia criar uma impressão negativa na mente dos leitores. Você também pode criar uma panfletos poucos diferentemente concebidos e perguntar a seus amigos ou empregados para escolher a que melhor desperta sua curiosidade antes de imprimir o desenho escolhido.
Um panfleto propaganda bem concebida é muitas vezes a única forma de propaganda para empresas de pequeno e certamente pode fazer ou quebrar essa negócios nesses dias cruciais iniciais. Você deve seguir as dicas acima, para criar um panfleto anúncio deslumbrante que pode pegar os globos oculares de seus leitores e transformá-los de visitantes curiosos para clientes fiéis dentro de um prazo muito curto.